23h47

Tudo está em silêncio na sua casa. E é justamente nesse silêncio que sua cabeça começa a produzir um milhão de pensamentos por segundo.

Pra abafar esse barulho, você pega o celular e começa a rolar o feed, mesmo jurando que não ia fazer isso hoje.

Mas o barulho não é só isso. É o medo de se expor na internet. É reprimir o que sente. É travar na hora de criar. É fugir em vez de resolver, quando alguma coisa te enjoa. É procrastinar justo as tarefas que você sabe que iam te fazer evoluir, porque ainda falta clareza sobre o que você quer.

Aparece o story de uma mulher com metade do seu esforço. Ela nem sabe metade do que você sabe. Mas ela postou hoje. E ontem. E ela está crescendo.

A comparação te faz pensar que nada do que você faz é suficiente. Se pudesse, já tinha excluído o Instagram só pra parar de se comparar.

Todos esses problemas são fruto de uma coisa só: a sua identidade atual tem medo da sua melhor versão.

E ela cria todas essas inseguranças, esses medos de que falta alguma coisa, só pra te manter presa nessa versão que já conhece.

Parece que, mesmo quando você quer mudar, alguma coisa te puxa de volta pra procrastinação, pra achar que não é boa o suficiente. Aí seus projetos vão morrendo, e o mundo perde mais um talento como o seu, deixado no anonimato, se protegendo de algo que nem você mesma sabe mapear direito.

Talvez você reconheça

Talvez você reconheça algumas dessas frases, porque já pensou ou já disse elas, quase palavra por palavra:

Fico apenas montando a cena inteira na minha cabeça.
Sinto um bloqueio pra executar as minhas ideias, parece que todo mundo já tá fazendo a mesma coisa.
Me encho de informações só pra achar que tô aprendendo alguma coisa.
Guardo tudo pra mim, fui ensinada assim.

O medo não é de fracassar.
É de dar certo.

Você acha que tudo isso é medo de fracassar. Mas o medo aqui é de dar certo, medo de alcançar o que você sempre desejou e, quando chegar lá, não dar conta de segurar a vida que você idealizou.

Por isso, uma parte sua sabota o próprio avanço antes que ele fique grande demais pra segurar.

No fundo, o que você mais quer é simples: se posicionar quando alguém te desrespeita, gravar ou falar sem se importar tanto com o que vão pensar, ser vista como você realmente é. O medo do julgamento é o que fica entre você e isso.

O discurso que ninguém questiona

O mercado inteiro de desenvolvimento pessoal te convida a ser mais autêntica, se posicionar, resgatar sua essência, como se bastasse decidir isso pra virar realidade.

Aqui vai uma contradição que vale encarar com carinho: autenticidade é um paradoxo. Quem você é não é fixo, é construído.

O convite aqui é pra assumir, aos poucos, a versão que você escolhe ser, até ela virar verdade, em vez de tentar expor uma versão crua de si mesma antes mesmo de saber quem essa versão é.

Retrato de Jonathan, criador do Protocolo 369
O Guia

Minha história, sem drama.

Trabalhei 5 anos como CLT, em empregos comuns, muita entrega, pouco reconhecimento. Aos 21 anos, fui demitido. Fiquei com R$500 na conta.

5anos de CLT
21anos, demitido
R$500na conta

Não teve um momento de virada dramático. Decidi empreender porque sabia que era bom no que fazia, mesmo sem nenhuma prova disso ainda.

Abri minha agência de marketing em 2021. De fora, parecia sucesso. Por dentro, eu carregava um trabalho que não era meu de verdade.

A virada veio quando construí minha própria identidade, a versão de mim que tinha coragem de largar o marketing tradicional pra trabalhar com identidade humana. Assumi essa versão antes de ter qualquer certeza de que ia dar certo.

Apliquei o Protocolo 369 do alter ego em mim mesmo, e só assim consegui ter coragem pra fechar a empresa em que me dediquei por 5 anos, e montar algo que eu realmente amava fazer.

Minha antiga versão queria que eu continuasse ali, infeliz na empresa antiga, com medo de começar tudo do zero.

Um mês depois, o resultado apareceu.

Eu não vendo algo que testei nos outros primeiro. Vendo algo que vivi eu mesmo antes de ensinar.

A raiz
A mesma raiz uma identidade que ainda não aprendeu a segurar a versão maior de você.

O medo de se expor, o bloqueio criativo, a procrastinação, a sabotagem quando as coisas começam a dar certo, tudo isso não são problemas separados. São sintomas da mesma raiz: uma identidade que ainda não aprendeu a segurar a versão maior de você.

Não adianta mais um curso, mais uma informação, mais uma técnica de conteúdo. Isso ataca o "o quê", não o "quem".

O Protocolo 369 existe pra trabalhar exatamente esse ponto.

Como o Protocolo 369 vai te ajudar

01 A call · 1h30

Mapear quem você é hoje

Na call, de 1h30, vamos mapear suas emoções, crenças, medos e como você se enxerga hoje, sem precisar remexer trauma ou assunto desconfortável.

Essa etapa é essencial pra descobrir o quanto a sua identidade atual está te sabotando, e quais armadilhas ela usa pra te manter presa.

02 O alter ego

Construir a sua segunda versão

Em seguida, vamos montar o seu alter ego. O alter ego funciona como uma segunda versão sua, uma versão que não carrega os mesmos medos, não liga pro que os outros pensam, executa as próprias ideias, lida bem com dinheiro, entre outras qualidades que você escolhe.

É como construir uma versão sua do zero, e você decide quais habilidades ela vai ter.

Kobe BryantBlack Mamba

Pra você entender melhor: Kobe Bryant, um dos maiores jogadores da história da NBA, usou esse mesmo princípio e criou o Black Mamba, a versão dele que tinha uma única função, fazer o máximo de pontos possível dentro de quadra.

Kobe podia acordar mal, com a cabeça cheia de problema, mas o Black Mamba sempre estava pronto, porque os problemas pessoais do Kobe não afetavam ele. Isso ajudou Kobe a ser eleito o jogador mais valioso da NBA em 2008.

03 A entrega

O seu documento

Depois da call, você recebe um documento com sua versão antiga e seu alter ego lado a lado, pra entender o que sua melhor versão faria em cada momento do seu dia.

Eu sei que parece estranho imaginar se tornar outra pessoa, mas você já faz isso o tempo todo, só não percebe. Sua versão de 2018 não é a mesma de 2026.

A transformação final acontece quando você para de esperar merecer o próprio avanço, e passa a agir mesmo sem se sentir totalmente pronta pra isso.

Você não precisa se curar da sua história pra agir diferente. Precisa assumir, hoje, quem já age apesar dela.
Planos

Como funciona, passo a passo

Comece aqui
Plano A

Origem

R$257
  • Call de 1h30, ao vivo comigo
  • Mapeamento de emoções, crenças e medos
  • Construção do seu alter ego
  • Documento "Você torna-se [seu alter ego]" completo

É a call de 1h30 que você acabou de ler acima, ao vivo comigo. Você sai dela com o documento "Você torna-se [seu alter ego]" pronto, com seu nome, sua identidade emocional, e suas crenças antigas e novas lado a lado. Não é um resumo nem uma prévia. É o material completo, seu, pra guardar e consultar sempre que precisar lembrar quem você decidiu ser.

Esse plano já é uma entrega completa por si só. Você sai dele com clareza sobre o que te trava, mesmo que decida parar por aqui.

Opcional, depois
Plano O

Guia

+R$750
  • 3 chamadas ao vivo comigo no primeiro mês
  • Ajustar o que não funcionou
  • Comemorar o que já mudou
  • Sustentar a nova versão na rotina real

Pra quem sente que só o diagnóstico não é suficiente, e quer apoio real pra colocar a nova identidade em prática.

Inclui 3 chamadas comigo ao longo do primeiro mês, ao vivo, pra ajustar o que não funcionou, comemorar o que já mudou, e sustentar sua versão que já executa nas situações reais da sua rotina.

Você não precisa decidir sobre esse plano agora. A decisão só faz sentido depois que você já sentiu, na prática, como é o Diagnóstico.

Isso é pra quem já cansou de entender a própria história e continuar no mesmo lugar, não pra quem ainda tá decidindo se quer tentar.

Se você chegou até aqui e algo nesse texto pareceu falar mais de você do que gostaria de admitir, talvez seja a hora.

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